
Diplomatas· Staffel 2· Folge 29
Polónia abandona “coligação central” que pode “resistir ao imperialismo russo”
Donnerstag, 5. Juni 2025 · 44 min
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Shownotes
No episódio desta semana do podcast Diplomatas, a análise da jornalista Teresa de Sousa e do investigador Carlos Gaspar centrou-se na vitória do candidato conservador Karol Nawrocki (publico.pt/2025/06/02/mundo/perfil/karol-nawro…), apoiado pelo partido ultranacionalista Lei e Justiça, na segunda volta das eleições presidenciais na Polónia (publico.pt/2025/06/02/mundo/noticia/convervado…).
Com esta escolha, sublinha o investigador do IPRI-NOVA, o quinto maior país da União Europeia abandona o papel de destaque que tem vindo a assumir, sob a liderança do primeiro-ministro Donald Tusk, na “coligação central” que pode “resistir ao imperialismo russo e reconstruir a defesa europeia”, e que inclui Alemanha, França e, em certa medida, o Reino Unido.
Carlos Gaspar diz mesmo que a Polónia perdeu uma “oportunidade irrepetível de estar no centro” do “directório europeu” que vai decidir o futuro a médio prazo da segurança da Europa.
Da Polónia passámos para a vizinha Ucrânia e para o plano de condições “inaceitáveis” (publico.pt/2025/06/03/mundo/noticia/quer-russi…) apresentadas pelo Kremlin para acabar com o conflito no país que a Rússia invadiu em 2022.
Nesse contexto, Teresa de Sousa salienta a eficácia dos complexos e surpreendentes ataques militares (publico.pt/2025/06/01/mundo/noticia/camioes-dr…) levados a cabo pelos serviços secretos ucranianos em vários pontos da Rússia, a milhares de quilómetros da linha da frente, que, assegura, “humilharam” o país de Vladimir Putin, principalmente na sua dimensão de “relações públicas”.
Por fim, Carlos Gaspar analisa a eleição do liberal Lee Jae-myung para a presidência da Coreia do Sul (publico.pt/2025/06/03/mundo/noticia/candidato-…), país que o investigador diz estar, a par da Polónia, na “linha da frente” do conflito na Ucrânia, uma vez que a Coreia do Norte, com quem Seul ainda está tecnicamente em guerra, é o único país estrangeiro que tem soldados a combater ao lado da Rússia no território ucraniano.
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